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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Às vezes fico pensando sobre o que posso vir falar com vocês que passam aqui pra ler o que escrevo, e sinceramente como já disse algumas vezes, não consigo escrever sobre pressão.

Mais, diante de alguns fatos, sinto necessidade de dividir com vocês algumas coisas. Vamos lá...

Exigir do coração, sabedoria e tranqüilidade acredito que seja demais, mesmo porque temos em um órgão relativamente simples um turbilhão de emoções, claro junto com o cérebro que é o grande controlador de toda essa "máquina" chamada corpo humano,concluímos atreves desse rápido raciocínio que não temos controle nenhum de nossas emoções e sentimentos, (in)felizmente.
Ás vezes nos pegamos com medo de nossas emoções, assim, surgem dúvidas que são capazes de nos fazer surtar mediante a tantas sensações unidas, cabe a nossa razão decidir o que será melhor para aquele momento, e nisso inclui, o amor, o trabalho, a vivência diária... Todos nós somos donos de nós mesmos, mais não de nosso "coração" (digo coração no sentido de emoções), achamos que podemos controlar tudo e a todos em todos os momentos, mais ai vem à maldita emoção e nos derruba, dúvidas, emoções e razão se misturam, tomando conta de um corpo, movidos por vontades peculiares e únicas. Razão ou emoção, momento ou tesão, raiva ou serenidade, certeza ou dúvidas, perguntas pairam sobre uma cabeça que não quer ou não enxerga a verdade.

Pedro Martins

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